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PE: Gás natural ficará mais caro na segunda-feira

“Cada setor é livre para repassar o reajuste. Mas no entendimento da Copergás, os setores industrial e de GNV têm condições de absorver o aumento, já que podem adquirir o gás a um preço 30% mais barato durante os leilões”, avalia o presidente da distribuidora, Aldo Guedes.

O gás natural veicular (GNV) distribuído pela Copergás vai ter aumento de 1,95%. O percentual foi homologado pela Arpe e deve ser repassado aos consumidores pelos postos de combustíveis do Estado

A partir da próxima segunda-feira, o gás natural veicular (GNV) passará a ser distribuído pela Copergás a um preço 1,95% maior. E o aumento será repassado ao consumidor pelos postos de combustíveis. Hoje comercializado a R$ 1,69, o metro cúbico de GNV deve subir, em média, para R$ 1,75. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sindicombustíveis- PE), José Antônio Nóbrega, os 74 postos que comercializam o GNV no Estado não têm mais condições de livrar o consumidor do aumento, pois o setor já absorveu os dois últimos reajustes positivos do combustível durante o ano passado.

O reajuste médio homologado pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe) é de 1,85%. A informação deve ser publicada hoje no Diário Oficial do Estado. Os aumentos foram distribuídos da seguinte forma: GNV (1,95%), industrial (2,17%), residencial (1,09%), comercial (1,68%), cogeração (2,16%), GNC (2,17%%).

“Cada setor é livre para repassar o reajuste. Mas no entendimento da Copergás, os setores industrial e de GNV têm condições de absorver o aumento, já que podem adquirir o gás a um preço 30% mais barato durante os leilões”, avalia o presidente da distribuidora, Aldo Guedes. Ele explica que o aumento do gás está atrelado ao reajuste de preços de alguns itens que formam a cesta de óleos durante os últimos 60 dias. Por isso, a Petrobras, que revende o gás natural às distribuidoras estaduais, calculou uma alta média de 2,39% no preço do gás. “Como o preço do barril de petróleo e do dólar têm se comportado de maneira estável, é provável que o próximo reajuste do gás seja negativo”, prevê.

O reajuste sai a cada três meses. O último, em novembro passado, registrou alta de 3,64%%, mas no acumulado do ano, o percentual foi negativo (-1,6%).

Fonte: Jornal do Commercio-PE\GásBrasil
(28/01/2010)
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